Projeto Vôlei Nova Petrópolis pode alavancar em breve

volei gilson

Presidente do Universidade Sport Club, Gilsão Mão de Pilão, esteve na cidade para conhecer o trabalho e estudar uma parceria

“Para dar o primeiro passo é preciso boa vontade e isso nós temos, os coordenadores do Projeto Vôlei têm, a Administração Municipal tem e a comunidade também tem.” A frase do multicampeão de vôlei Gilson Alves, mais conhecido como “Gilsão Mão de Pilão”, atual presidente do Universidade Sport Club de Canoas, pode ser a arrancada para um grande projeto futuro de vôlei em Nova Petrópolis. O projeto, já existe, o Projeto Vôlei Nova Petrópolis. O que se pretende é dar um tom profissional ao esporte para que se possa revelar atletas, fazer grandes times e tornar Nova Petrópolis uma referência no voleibol.

Gilson, acompanhado do assessor Juarez Santini, esteve com o prefeito Luiz Irineu Schenkel e o vice-prefeito Ricardo Lawrenz no gabinete do Executivo Municipal na tarde de ontem. Daniel e Paulo Roese, coordenadores do projeto Vôlei Nova Petrópolis, também participaram do encontro. O prefeito Luiz Irineu Schenkel salientou o trabalho que se faz hoje e ele acredita que o vôlei, como projeto da cidade, pode ser mais um marco de Nova Petrópolis para projetá-la. Gilson salientou que Nova Petrópolis tem material humano o suficiente para ser um polo. Ele elogiou a organização e fez uma referência a Rua Coberta “que é uma realidade que a gente vê muito na Europa e no Japão. O município está de parabéns por essa construção.” Com o “aval” do poder público o Universidade elaborará um projeto que será apresentando num segundo momento para que na prática seja entendido como funcionaria a parceria entre o clube, o Projeto Vôlei, a Administração Municipal e a iniciativa privada.

Depois da reunião na Prefeitura Gilson, campeão nacional de vôlei nos anos de 1994, 1995, 1998 e 1999 pelas equipes da Frangosul e Ulbra, foi visitar o Projeto Vôlei, que é desenvolvido no ginásio de esportes do Centro Evangélico. Depois de distribuir autógrafos para os jovens que estavam treinando ele deixou sua marca no banner que há no local. O ex-jogador ainda conversou com os meninos na quadra elencando o quanto é importante praticar esportes. Daniel Roese, entusiasmado com a possibilidade aberta, destaca que hoje Nova Petrópolis já tem um reconhecimento pelo trabalho que se faz entre os jovens atletas mas que isso pode sim ser expandido e para isso é preciso o suporte de instituições como o Universidade Sport Club. Hoje o projeto tem 170 jovens de 9 a 17 anos participando das escolinhas.