A Libertadores de Giuliano: meia é decisivo na reconquista da América

Foto: Rodholfo Burher / Agência Estado

Lá no início do ano, Giuliano tentava explicar por que não conseguia render como antes, por que não era o mesmo jogador de 2009. Não era mesmo. Era melhor. Passado o titubear inicial, o jogador voltou a se encontrar. E virou o maior destaque vermelho na Libertadores. Ele fez seis gols na competição continental, quase todos decisivos. O último deles foi um golaço na decisão. E nem precisou ser titular absoluto para alcançar os feitos.

Lá no início do ano, Giuliano tentava explicar por que não conseguia render como antes, por que não era o mesmo jogador de 2009. Não era mesmo. Era melhor. Passado o titubear inicial, o jogador voltou a se encontrar. E virou o maior destaque vermelho na Libertadores. Ele fez seis gols na competição continental, quase todos decisivos. O último deles foi um golaço na decisão. E nem precisou ser titular absoluto para alcançar os feitos.

O Inter passaria pelo Banfield e teria o Estudiantes como adversário nas quartas de final. No primeiro jogo, no Beira-Rio, o Colorado fez 1 a 0. No segundo, na Argentina, levava 2 a 0 e dava adeus à Libertadores. Foi aí que a estrela de Giuliano brilhou de novo. Aos 43 minutos do segundo tempo, ele fez o gol da classificação vermelha.

Nova etapa, novo adversário, outra vez Giuliano. Nas semifinais, o São Paulo montou uma retranca exagerada contra o Inter no Beira-Rio. Depois de passar o primeiro tempo martelando em vão, o Colorado contou com um gol do garoto, na etapa final, quatro minutos depois de ter entrado em campo, para garantir a vantagem de 1 a 0. O resultado, agregado à derrota de 2 a 1 uma semana depois, no Morumbi, colocou o time gaúcho na final.

E lá foi Giuliano marcar mais um. No gramado artificial do Estádio Omnilife, em Guadalajara, com o garoto finalmente como titular, o Inter saiu atrás, apesar de ter feito um primeiro tempo muito superior. Na etapa final, o garoto empatou o jogo, fez seu quinto gol na Libertadores, se consolidou como um atleta decisivo. Bolívar, pouco depois, virou a partida.

Giuliano chegou ao Inter no ano passado, buscado no Paraná, onde já dava sinais do futebol que mostraria no Beira-Rio. Na mesma temporada, virou um referencial do time colorado no Campeonato Brasileiro. Sem ele, convocado para a seleção brasileira sub-20, o Colorado caiu de rendimento e, de certa forma, perdeu o título nacional. Aos 20 anos, Giuliano passou voando por aquela etapa de afirmação. Virou certeza. Será, se não for vendido até lá, um dos pilares que sustentarão o sonho do bicampeonato mundial do Inter, em dezembro, nos Emirados Árabes.

Fonte: GloboEsporte.com